terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Estudantes realizam apresentações de teatro e coral.



Alunos da Faculdade Salesiana de Macaé apresentaram na segunda-feira, dia 1º, o resultado de um semestre de aulas de teatro e canto. A apresentação faz parte do trabalho final das disciplinas eletivas especiais de teatro e coral, ministradas respectivamente pelas professoras Simone Kalil e Érica Roberts. O objetivo é diversificar as atividades curriculares e contribuir para uma formação abrangente, promovendo um amplo desenvolvimento de habilidades aos estudantes.
O primeiro a se apresentar foi o coral regido pela professora Érica Roberts. No repertório, Caetano Veloso, Dorival Caymmi e Baden Powell - um talentoso violonista brasileiro, que ficou conhecido por sua forma única de tocar violão e por sua parceria com Vinícius de Moraes, em meados da década de 60. Os alunos terminaram a apresentação com uma performance de expressão corporal.
Em seguida, foi a vez dos 21 estudantes da disciplina de teatro apresentarem uma colagem de Millôr Fernandes - a primeira feita por profissionais no Brasil, em 1965, logo após o golpe de 64. Os alunos utilizaram trechos de textos de Shakespeare e Aristóteles, que tratam da liberdade e permanecem atuais até hoje. A trilha sonora escolhida foi Chico Buarque, um dos ícones da resistência à ditadura militar.
De acordo com a professora de teatro, Simone Kalil, o curso teve início em agosto deste ano e já vem colhendo bons resultados. “Tenho alunos de diversos cursos que fizeram surpreendentes progressos. A disciplina é uma oportunidade de integração e uma forma de trabalhar a timidez, a maneira de se relacionar e o nervosismo de falar em público. Profissionais de todas as áreas podem explorar a expressão corporal, o tom de voz certo, e aprender técnicas de memorização e para prender a atenção do público. Mesmo um engenheiro, pode precisar disso para dar uma palestra ou uma aula”, explica a professora.
A estudante Thuanni Guimarães diz que procurou as aulas de teatro porque queria se soltar, ficar mais desinibida. “O teatro faz a gente se sentir mais segura. É uma grande oportunidade para quem deseja se expressar melhor em público”. Já a aluna Virgínia Gazone conta que já gostava de cantar, e participar de um coral lhe deu a oportunidade de exercitar a voz, a interação e a paciência, além de lhe garantir bons momentos entre os amigos. “Foi gratificante, aprendi bastante coisa. Conheci várias pessoas, mas a melhor parte é começar a semana relaxada e no alto astral da aula”, relatou.

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Sem filme queimado (editado)

No trabalho, parecer é tão importante quanto ser. Aqui, uma reunião de atitudes que podem afetar sua imagem dentro da empresa e contar pontos negativos para sua carreira
Por Fabiana Corrêa

NO CAFÉ - Regra número 1 das conversas: segure para não falar mal de ninguém. “Na avaliação de desempenho, os chefes vêem esse comportamento como algo péssimo”, diz Julio Sergio Cardozo, consultor de gestão, de São Paulo.
NO CAFÉ 2 - Não conte sua vida privada no café. As paredes no trabalho não tem apenas olhos — ouvidos também.
CORREÇÃO BÁSICA - Antes de enviar e-mails, releia-os. Ou, se estiver complicado demais, peça para alguém ler. Erros de português, embora a língua esteja em desuso entre muitos executivos, queimam seu filme demais.
SUSTENTABILIDADE - Por mais que você não se interesse por sustentabilidade, não dá para assumir que hoje você não liga para o assunto. É básico em termos de carreira. Por isso, desligue o computador, separe o lixo, não peça mais impressões do que você precisa e diga que é “verde” até o fim.
EXISTE VIDA LÁ FORA - Se o seu fim de semana foi divertido e você quer compartilhar com as pessoas mais próximas, tudo bem, mas não conte em alto e bom som para todo mundo as coisas que fez. Além de despertar a inveja dos colegas que ficaram em casa solitários, sem amigos, dá a impressão de que você ainda está com a cabeça fora do escritório... Ainda.
FESTA DE TRABALHO - No evento da empresa, beber demais e ser o último a sair, já cambaleando, pega muito mal. Festa de firma não é festa, é trabalho. Sua imagem continua sendo monitorada por todos os que trabalham com você.
DECORAÇÃO - Cuidado com as fotos na sua baia: você de sunga branca no réveillon só é legal para sua mãe ver. Na sua mesa ou baia, coloque uma foto da família ou sua mesmo, mas nada muito espalhafatoso. Discrição é o melhor negócio.
POR DENTRO DA NET - Entenda de tecnologia: não saber o que é uma rede social, como funciona o iTunes ou o FaceBook, enfim, coisas básicas para a sobrevivência nesse mundo tecnológico, faz você parecer saído do Jurassic Park. Fique em dia.
NADA DE “MEIAR” - No restaurante, mesmo que você esteja com o chefe, nem pense em dividir a conta, caso você tenha feito o convite. Banque tudo. Mais que isso, sempre dê caixinha e nunca reclame que o confit de pato está caro. Afinal, seus convidados devem valer o preço da conta.
CONVITES - Se você vai fazer uma comemoração e não quer chamar a todos, tem o direito. Mas deixe claro aos convidados que é um evento íntimo. Se alguém entre os que não foram convidados perguntar (não deveria, mas sempre tem quem faça isso), aja naturalmente. Diga que você só chamou os mais próximos e familiares.
VOCÊ ENTRE OS GRANDES - Um pouco de conhecimento geral sobre esse mundo corporativo é bom. Saber quem são Murdoch, Steve Jobs e outros nomes dos negócios mundiais pode não mudar sua vida, mas melhora sua conversa. E, mais que isso, inclui você na rodinha dos chefões, que estão sempre falando dos grandes.

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Introvertido, tudo bem!

A timidez (ou melhor, a introversão) não é um obstáculo para crescer na carreira. Basta saber gerenciar os bloqueios que ela impõe. (editado)
Por Murilo Ohl

Você sofre quando precisa falar em público? E ainda seus colegas o consideram anti-social? Fique calmo, não há nada de errado. Pode ser que você seja apenas mais introvertido e, diferentemente do que se pensa, essa característica não é barreira para o crescimento profissional. O importante, de acordo com a coach americana Wendy Gelberg, é gerenciar a situação e, em alguns casos, até tirar proveito dela. “Nas empresas, quase metade das pessoas é mais recatada e isso inclui figuras bem-sucedidas, como Bill Gates e Warren Buffett”, diz Wendy Gelberg. Uma pesquisa realizada com 2 300 empresas nos Estados Unidos há dois anos mostra que CEOs tendem a ser mais reservados que seus subordinados.
O teste mediu o grau de sociabilidade de executivos e verificou que entre vice-presidentes e diretores o índice era de 72%. Já entre presidentes, o grau de extroversão era de 58%, o que significa que 42% dos CEOs tendem a ser mais recatados. A introversão costuma ser tratada como sinônimo de timidez, o que, segundo Wendy, é um engano. “Muita gente se considera tímida quando é, na verdade, introvertida”, diz. Trata-se de uma questão psicológica. O introvertido opta voluntariamente por atividades solitárias. O tímido evita interações com outras pessoas por medo. “Se a pessoa for tímida em excesso, deve procurar ajuda psicológica”, recomenda a coach. “Os introvertidos preferem a solidão para raciocinar. Os tímidos até gostam de participar de eventos sociais, mas falta-lhes confiança para isso.” No ambiente corporativo, o desafio do introvertido é gerenciar a quantidade de interações humanas que é obrigado a fazer diariamente. Para quem prefere a solidão, o trabalho em grupo normalmente é exaustivo. “Introspectivos gostam de pensar primeiro antes de falar e sofrem quando são obrigados a dar respostas rápidas para chefes, ou quando participam de reuniões e seminários”, diz Wendy.
Gestão da exposição
Para evitar que a introversão seja uma barreira ao seu crescimento, a coach Wendy Gelberg sugere:
• Racione energia.
Reconheça as atividades que você considera exaustivas, de modo a conservar fôlego para enfrentá-las. Depois, dê um tempo a você mesmo, para recarregar as baterias e voltar ao trabalho.
• Esteja preparado.
Reúna antecipadamente as informações que você precisa para uma reunião. Cheque agendas dos colegas e chefes. Procure conhecer um pouco mais sobre seus interlocutores. Assim, na hora de se posicionar rapidamente em relação a um determinado assunto, você se sentirá mais seguro.
• Mantenha sua visibilidade.
Introvertidos (e tímidos) tendem a se esconder quando estão em grupo. Tente manter uma conexão com colegas e clientes de forma a garantir que seu trabalho seja reconhecido.
• Cultive relacionamentos.
Introvertidos gostam de relacionamentos um a um e costumam se sair bem nesse tipo de interação, como almoços de negócio, por exemplo. Redes sociais, como LinkedIn ou Facebook, permitem um networking eficiente sem exigir respostas imediatas.

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Receitas para enfrentar um ano difícil

Por Gladinston Silvestrini

Replanejar - essa é a palavra de ordem entre as pequenas e médias empresas. Uma sondagem exclusiva feita pela consultoria Deloitte e EXAME PME com as companhias que participaram do estudo As 100 Pequenas e Médias Empresas Que Mais Crescem no Brasil nos anos de 2006, 2007 e 2008 mostrou que a revisão dos projetos que estavam sendo traçados para 2009 está concentrando as preocupações na maioria delas. A partir de outubro - quando os reflexos da crise mundial se tornaram mais agudos no Brasil -, foi preciso alterar as expectativas de crescimento para o próximo ano em 72,5% dessas empresas. A regra geral é investir menos, cortar mais custos e reduzir as contratações em relação ao que estava previsto.
Não é que os donos desses negócios estejam dando por encerrado seu ciclo de expansão acelerada - 46,4% das empresas ouvidas vão terminar 2008 com acréscimo de mais de 20% no faturamento em relação a 2007. A maioria - 92,9% - afirma que as receitas continuarão aumentando em 2009. Mas, agora, apenas 30% das pequenas e médias que mais vinham crescendo no país acreditam que a expansão de 2009 terá alguma condição de ser maior do que a obtida em 2008.
A profundidade do replanejamento varia, dependendo do setor e da fase de crescimento de cada empresa. Na MZ Consult, de São Paulo, especializada em assessorar empresas no relacionamento com investidores. Das 103 companhias que, entre 2003 e 2007, abriram o capital, 93 se tornaram clientes da MZ. Agora, a fila parou de andar. Neste ano, a MZ deve faturar 33 milhões de reais, 24% mais que no ano passado - um crescimento alto, mas bem mais modesto que o registrado entre 2005 e 2007, quando a MZ dobrava de tamanho a cada ano.
"No começo deste ano, 40 dos nossos 300 clientes estavam se preparando para estrear na Bovespa", diz Rodolpho Zabisky, sócio da MZ. "Eles tiveram de suspender tudo, e fomos obrigados a rever nossa estratégia." Como ninguém tem idéia de quando a bolsa se tornará atraente de novo, nos últimos meses Zabisky tem trabalhado para reorganizar a estrutura da MZ. A área comercial recebeu reforço - dois executivos que atendiam somente contas de grandes clientes passaram a se dedicar também aos contatos comerciais. A orientação é desenvolver novos produtos, como um sistema que permite realizar assembléias online com acionistas e investidores.
O caso MZ mostra a necessidade de ter um plano B para momentos ruins. "Qualquer negócio precisa ter alternativas para enfrentar mudanças de cenário", diz André Gargaro, consultor da Deloitte. "A crise está mostrando que a falta de preparo para enfrentar mudanças bruscas pode custar muito caro." No caso das pequenas e médias em expansão, poucas questões para 2009 estão tão abertas à avaliação de alternativas quanto a seguinte: onde buscar recursos agora?
O dinheiro não sumiu, em novembro, o BNDES e o BB anunciaram a oferta de 15 bilhões de reais para capital de giro, empréstimos para exportações e empréstimos-ponte para pequenas e médias empresas. Mas os recursos existentes ficaram mais caros. Em outubro as linhas de capital de giro ficaram mais caras e os prazos de pagamento encurtaram. "Quem cobrava 1,5% ao mês passou a cobrar 2,5%", diz Marcio Iavelberg, da Blue Numbers. "Os prazos de pagamento, que variavam de 24 a 36 meses, hoje ficam entre 18 e 24 meses."
Crises são inevitáveis. Ninguém gosta, mas elas obrigam um empreendedor a enxergar o negócio com seus verdadeiros riscos - e isso é ótimo, ainda que não se aprecie nem um pouco o que se vê. Em boa parte dos casos, ver direito é o primeiro passo para melhorar aquilo que não está bom.

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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Desafios logísticos às redes de negócios no Brasil: o que podem as parcerias público-privadas (PPPs)? (editado)

Arlan Mendes Mesquita e Ricardo S. Martins
rap – rio de Janeiro 42(4):735-63, Jul./ago. 2008

1. Introdução

As redes de transporte têm um efeito marcante sobre as decisões logísticas de cadeias de suprimentos. A qualidade dos serviços e os custos resultantes do formato da rede quanto à qualidade, à densidade e à capilaridade das vias influenciam a tomada de decisão na logística das empresas nos aspectos de localização, política de estoque e modal, gestão da frota, e outros.
No contexto da economia brasileira, tais relações já foram testadas empiricamente. De acordo com Sousa (2002), os gastos públicos em infra-estrutura estão entre os principais fatores explicativos da localização da indústria brasileira nos anos 1970 e 1980, à frente de outros indicadores convencionais, como potencial de mercado, subsídios e níveis educacionais.
Considerando ainda a realidade brasileira, observa-se a coexistência da concentração espacial da renda conjugada com provisão da infra-estrutura desbalanceada entre as regiões (Barros e Raposo, 2002). Nesse contexto, os sistemas de transporte ineficientes na prestação dos serviços e pouco capilares têm a implicação logística de elevarem os custos logísticos nas atividades de transportes e formação de estoques, na cobertura e na parcela de segurança (Castro, 2004).
Numa dimensão regional, os altos custos logísticos do atendimento de mercados mais distantes ou de menor escala tendem a reforçar a concentração de renda. As regiões menos favorecidas na dotação da infra-estrutura ou na renda ficam pouco competitivas para atrair negócios em razão dos elevados custos incorridos para o suprimento e para a distribuição dos produtos nos mercados nacionais, uma vez que os diferenciais de custos de produção eventualmente existentes perdem preponderância na análise dos custos totais.
Recentemente, foi aprovada a regulamentação da formação de parceria público-privada (PPP). Na verdade, a lei de parceria foi uma opção política para o financiamento da ampliação e/ou da melhoria da logística pública, tendo em vista a incapacidade financeira do Estado para implementar de forma exclusiva os investimentos demandados pelo processo de crescimento econômico em marcha.
Cabe uma análise de diversos aspectos dos impactos estimados para a efetivação dessas parcerias. Neste artigo, são abordados os referentes à distribuição regional dos investimentos, que são discutidos no contexto da competitividade entre regiões na atração de investimentos e na perspectiva do desenvolvimento regional.
Em seguida, procuramos contextualizar as parcerias público-privadas. Depois, discutimos teoricamente a relação entre os sistemas de transporte e o desenvolvimento, examinando o contexto histórico, legal e da regulação, com as considerações finais encerrando o artigo.

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http://www.ebape.fgv.br/academico/asp/dsp_rap_sobre.asp

O novo líder (editado)

Como a fusão mexe com os planos de contratação do Itaú e do Unibanco
Por Murilo Ohl

Roberto Setubal, do Itaú, e Pedro Moreira Salles, do Unibanco: apesar das sobreposições, bancos negam cortes.A fusão dos bancos Itaú e Unibanco, anunciada no dia 3 de novembro, cria a maior instituição financeira do país e a 14a do mundo, com um valor de mercado superior a 100 bilhões de reais. A empresa terá mais de 104.000 funcionários e cerca de 16.000 executivos. O principal objetivo da fusão é enfrentar a competição no mercado brasileiro, que ficou maior após a compra do Real pelo Santander. A expectativa é de que a integração leve 18 meses e seja concluída em 2010. Os dois bancos precisam da aprovação do Banco Central antes de iniciar a união das operações e, por isso, os detalhes de como será feita a integração ainda não foram divulgados.
A união de bancos gera ganhos de escala, mas também sobreposição de cargos, o que leva a demissões. Quando comprou bancos estaduais, como o Banerj, do Rio de Janeiro, e o Bemge, de Minas Gerais, o Itaú cortou 20 000 pessoas. As demissões foram mais pontuais na compra do BankBoston, em 2005, quando cerca de 500 postos foram eliminados.
A coincidência de cargos costuma ser maior em funções executivas e em áreas de apoio, como jurídico, TI e RH. Os bancos reconhecem a sobreposição, mas afirmam que a intenção é manter o quadro de funcionários, e não fechar agências. O motivo está nos planos de expansão da nova instituição tanto no Brasil quanto no exterior. “Tem superposições, ninguém nega”, disse Pedro Moreira Salles, executivo-chefe do Unibanco. Os presidentes de ambos os bancos afirmam que a mão-de-obra excedente será utilizada em novos cargos a ser criados. “Não haverá programas de demissão”, reforça Roberto Setubal, do Itaú. A fusão ocorre num momento em que os dois bancos tinham planos de contratar pessoas. Desde o início do ano, o quadro de funcionários do Itaú cresceu 7,8%.
Já o Unibanco pretendia aumentar em 20% o número de agências em 2009, passando de 942 para cerca de 1 200, com a contratação de cinco pessoas por agência. Com a fusão, o banco pretende ter atuação global, o que pode abrir vagas para brasileiros no exterior, principalmente para executivos. Muitos analistas julgam que a internacionalização é necessária para competir com bancos globais, como o Santander. Os planos de expansão devem começar por países da América Latina, como México e Chile. O Itaú tem um banco na Argentina e operações de cartões no Uruguai e no Chile. O Unibanco é dono de um dos principais bancos do Paraguai.


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Os melhores MBAs do Brasil (editado)

Por Fabiana Corrêa

Em sua 9a edição, o Guia VOCÊ S/A – Melhores MBAs no Brasil avaliou 88 escolas, que inscreveram 269 cursos em todo o país. O número é um recorde — 28% maior que o do ano passado — e mostra a importância da pesquisa, que é a principal referência em educação executiva no país. Conduzido pela equipe da revista você s/a com o suporte da Nielsen, o estudo avaliou a qualidade dos cursos, a duração e os recursos tecnológicos que cada instituição oferece aos alunos. A menção das escolas por diretores de recursos humanos de grandes empresas, que também são convidados a responder à pesquisa, é outra forma de validar o ranking que apresentamos.
Tudo isso compõe a nota total dos MBAs e contribui para a formação do Índice de Qualidade Acadêmica (IQA), apontado no ranking final. A pesquisa revelou que mais alunos estão pagando pelo curso. Hoje, seis em cada dez profissionais bancam um MBA, ante 52% em 2007. Sinal de que cada vez mais pessoas tomam as rédeas do próprio desenvolvimento. O investimento dos alunos se reflete em aumento salarial na maior parte dos casos. Neste ano, os contemplados foram 61% dos que concluíram o curso, ante 58% no ano passado.
Esses números foram colhidos com as respostas de mais de 5 000 alunos e ex-alunos das escolas inscritas, que participaram da pesquisa online. Para fazer parte do ranking, a instituição inscreveu programas com mais de 360 horas de duração, realizados no Brasil e credenciados pelo Ministério da Educação. Após essa fase, foram escolhidas também as melhores escolas de negócios do país, entre as que classificaram ao menos três cursos em três categorias diferentes entre as avaliadas (finanças, tecnologia da informação, recursos humanos, marketing, MBA Executivo e mestrado profissional). As quatro colocadas entre as melhores escolas de negócios você vê ao lado. O ranking geral dos cursos você confere nas próximas páginas.
1º Lugar - FGV EAESP – SÃO PAULO - Jeitão Internacional - A escola de administração da Fundação Getulio Vargas de São Paulo tem o primeiro curso entre os MBAs Executivos e é também a melhor escola de negócios do país.

2º Lugar - FUNDAÇÃO DOM CABRAL - MINAS GERAIS - Excelência na Prática - A regra número 1 na Fundação Dom Cabral, em Nova Lima (MG), é que todo o conhecimento gerado em seus programas seja aplicável e útil aos executivos e às empresas para as quais eles trabalham.

3º Lugar - FIA - SÃO PAULO - Networking do conhecimento - Entre as qualidades mais citadas por quem tem aula lá está a atualidade dos temas. A globalização está presente em todo o curso.

4º Lugar - IBMEC - SÃO PAULO - Gente do mercado - Classificado com os cursos de MBA Executivo, Finanças e Marketing, o Ibmec São Paulo tem seus programas certificados pela Amba, entidade internacional de classificação de MBAs. Muitos de seus professores são executivos do mercado.

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